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Bombammix: PlayStation Store ganha demo multiplayer de MotorStorm Apocalypse

A Sony disponibilizou uma nova demonstração gratuita de MotorStorm Apocalypse na PlayStation Store. A novidade é que agora a demo acompanha suporte a partidas multiplayer para até 16 jogadores. Mas corra, pois a novidade fica disponível apenas durante uma semana. Desta forma, os jogadores têm até 5 de julho para aproveitar.

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A demonstração vem com diversas funcionalidades do jogo completo, como suporte a visualização 3D, para ser jogado em TVs compatíveis com esta tecnologia. Outra novidade é que o modo multiplayer suporta também tela dividida para até dois jogadores. Assim, você e um amigo podem jogar juntos, no mesmo console.

Três das 35 pistas estão disponíveis nesta demonstração: The Mile High Club, onde os jogadores correm sobre terraços de edifícios; Off the Rails, em uma pista que mistura ambiente urbano e trilhos de um trem; e Ship Shape, em um porto abandonado, com uma pista que garante desfio até mesmo para os mais habilidosos.

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O game completo apresenta 13 tipos de veículos para que o jogador utilize, enquanto a demo permite que sejam utilizados até cinco deste total: Superbike, Buggy, Supercar, Racing Truck e Big Rig. Todos eles são customizáveis e com habilidades configuráveis.

A Sony aproveita para lembrar que a demo ficará disponível para download até 5 de julho, mas o modo multiplayer fica online ate o dia 7, dando tempo para os mais atrasados realizarem o download de última hora.

Embarcando na moda holywoodiana de filmes catástrofes, Motostorm Apocalypse leva os jogadores a corridas em um planeta Terra devastado por desastres naturais. Isso faz com que o jogo tenha elementos adversos que saem um pouco da mesmice dos jogos de corrida Arcade.

O game foi lançado em maio e é exclusivo do PlayStation 3.

(informação bombammix)

 

Bombammix: Aluguel de software, hardware e conteúdo vira tendência

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Grandes empresas do entretenimento, como a Warner, já miram esse mercado como forma de combater a pirataria

A cada dia, passamos mais tempo na frente do computador, estamos mais conectados à internet e os gadgets se tornam indispensáveis na nossa rotina. Atualmente, utilizamos as tecnologias como ferramenta de trabalho, instrumento de aprendizado e mecanismo de entretenimento.

O preço cobrado pelas empresas nem sempre é acessível para todos. A principal consequência dessa supervalorização é a pirataria. Basta fazer uma breve pesquisa na internet ou andar rapidamente pela cidade para você encontrar o software, equipamento eletrônico ou filme que você tanto deseja – em um formato menos qualificado ou sem garantias, mas com preços bem menores.

Por estar estreitamente ligada ao tráfico de drogas e armas, a pirataria já está sendo encarada como um problema social. Com o intuito de amenizar esse cenário, as organizações começam a explorar o mercado alugando seus produtos e serviços. Grandes nomes do ramo de software iniciam seus projetos como locatários, e sites que servem como canais para a locação de gadgets são alguns exemplos desse sistema comercial que começa a se popularizar.

Seguindo a tendência do cloud computing, ou computação em nuvens, os serviços que disponibilizam conteúdo multimídia também demonstram sua intenção em alugar seus repositórios de filmes e músicas. A moda agora é alugar!

A Adobe já embarcou
Adobe foi uma das primeiras empresas a declarar guerra contra a pirataria. Este mês, a organização norte-americana anunciou que alugará suas suítes de aplicativos. No caso dos softwares, o usuário adquire uma licença por determinado período.

Os planos montados pela Adobe são mensais ou anuais. Por exemplo, para alugar o Photoshop você pode pagar US$ 49 todo mês ou assinar o plano anual, no qual o valor mensal cai para US$ 35 – cerca de R$ 60.

Todavia, nesse segundo plano, o usuário tem que se comprometer em manter os pagamentos por um ano. Se comparado com o preço de licenças completas desse software, as quais podem custar até US$ 680 (aproximadamente R$ 1.160, sem o cálculo de impostos), o sistema de aluguel pode ser uma forma de economia em curto prazo. Todavia, nesse segundo plano, o usuário tem que se comprometer em manter os pagamentos por um ano. Se comparado com o preço de licenças completas desse software, as quais podem custar até US$ 680 (aproximadamente R$ 1.160, sem o cálculo de impostos), o sistema de aluguel pode ser uma forma de economia em curto prazo.

Além do Photoshop, a empresa está alugando o Flash Professional, o Illustrator, o Dreamweaver, o InDesign, o Premiere Pro, os pacotes Creative Suite Design Premium e Creative Suite Master Collection, entre muitos outros softwares. Clique aqui para conferir a tabela e os valores de cada um deles.

Gadget temporário
Os equipamentos eletrônicos, tão úteis no nosso dia a dia, oferecem cada vez mais recursos e funcionalidades. O preço desses dispositivos aumenta com a quantidade de itens acrescentados, tornando-os bens que consomem milhares de reais do bolso dos consumidores finais.

Assim, o prejuízo das pessoas, caso percebam que as funções dos gadgets excedem ou não atendem suas necessidades, cresce com o valor investido. Para evitar esse tipo de situação foi criado o site SnapGoods.

Esse serviço online funciona como uma rede social, na qual os usuários podem alugar ou encontrar dispositivos eletrônicos que estão disponíveis para locação. O mecanismo de busca baseia-se pela proximidade do seu endereço, facilitando o recebimento e a devolução dos aparelhos.

Dessa forma, você pode experimentar um gadget antes de comprá-lo ou utilizá-lo apenas pelo período necessário. No portfólio do site, os internautas podem encontrar iPads, iPhones, câmeras fotográficas, filmadoras, entre muitos outros eletrônicos. Por exemplo, é possível locar um modelo da primeira geração do tablet da Apple por um dia pagando US$ 15 – equivalente a R$ 26.

Locadora virtual
A indústria cinematográfica é uma das áreas mais afetadas pela pirataria. Encontrar um filme para baixar ilegalmente na internet ou uma cópia barata para comprar nas ruas é extremamente fácil. As produtoras esboçam ações para combater esse problema.

A Warner Bros iniciou no dia 8 de março um serviço que permite alugar títulos na íntegra pelo Facebook. O usuário pode utilizar os créditos comprados na rede social para assistir aos longas-metragens diretamente no navegador. Cada locação é válida por um período de 48 horas, assim como ocorre nas locadoras.

O valor cobrado pelo acesso aos filmes é 30 créditos, que custam aproximadamente US$ 3. Com esse valor creditado no seu perfil, basta você acessar a página oficial da filmagem e pressionar o botão ¿Rent¿ para finalizar a locação e iniciar a reprodução. O primeiro título oferecido pela Warner foi Batman: O Cavaleiro das Trevas.

A Apple já opera com esse tipo de serviço no iTunes. Os usuários desse programa podem escolher os filmes a que desejam assistir por meio da iTunes Store ¿ loja virtual integrada ao aplicativo. Clique aqui para saber como alugar filmes pelo serviço da Maçã.

Bom para todo mundo
O sistema de aluguel para produtos e serviços tecnológicos pode ser uma saída vantajosa tanto para as empresas como para os consumidores. As organizações têm a oportunidade de, ao mesmo tempo, combater a pirataria e aumentar sua atuação no mercado – já que muitas pessoas deixariam de consumir softwares, eletrônicos ou conteúdos de entretenimento ilegais porque o custo dos originais estaria mais acessível.

Além dos preços mais baixos, os usuários poderiam usufruir de gadgets, filmes, músicas e softwares mais qualificados, com garantia e suporte técnico – fato que tende a melhorar sua experiência com os conteúdos de entretenimento e melhorar seu desempenho profissional, por exemplo.

Em uma perspectiva coletiva, ao deixar de consumir produtos piratas, estaríamos deixando de colaborar com problemas sociais graves e violentos que assolam muitos países, inclusive o Brasil. O aluguel é uma alternativa simples, prática e que tem tudo para emplacar no mundo da tecnologia. Você alugaria um gadget, filme ou software?

(informação Bombammix)

Bombammix: A Sony Ericsson lança este mês no Brasil o Xperia Arc

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A Sony Ericsson lança este mês no Brasil o Xperia Arc, seu mais novo smartphone com sistema operacional Android

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O aparelho, com tela de 4,2″, pesa apenas 117 gramas e tem 8,7 mm de espessura em sua parte mais fina

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A versão do Android (2.3 “Gingerbread”) utilizada no Arc é a mais recente para smartphones, e sua câmera de 8.1 megapixels grava filmes em alta definição

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Fotos e vídeos feitos com o Xperia Arc podem ser vistos na TV graças a uma saída HDMI integrada ao aparelho

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 O Xperia Arc é o novo aparelho Android da Sony Ericsson. Com tela grande de 4,2″, pesa apenas 117 gramas e tem 8,7 mm de espessura em sua parte mais fina

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Aparelho tem uma tela multitoque (diferente do seu antecessor, o Xperia X10), com acabamento em azul escuro ou prata

(informação Bombammix)

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